Me chama, me chama…

Ponho-me mais uma vez – e finalmente – a escrever aqui neste Museu. (Você, vai ler?) Dias  se passaram desde a última vez em que me sentei em frente a minha escrivaninha para esboçar algumas frases e palavras que realmente valessem ser divulgadas.

O tempo, entretanto, não chegou de completa justiça.

Meu texto pobre e meu viver podre, fundem-se no mesmo impasse…

Devo seguir em frente sozinho?

Chamo, chamo: venha… estou te esperando!

Os muros não estão surdos – e eu sim mudo.

Irá fugir até quando!?

Paro agora.

Lembro-me de uma ou duas pessoas… Pra falar a verdade: elas se lembram de mim! Ah, as pessoas!…
(As coisas que tristes são as coisas, sem ênfase! Lembramo-nos delas quando necessárias. E as pessoas?)
…elas se lembram de mim: “há quanto tempo”? um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete meses!

Por que não me chama…?

Confundo-me. Paro. Observo.

Falta algo. O texto está bizarro, disforme. Pus-me a escrevê-lo: ei-lo aqui. Eu, um quê, um rascunho daquilo que escrevo como poeta.

Você, uma flor. Não furou o asfalto; mas da indiferença trouxe o tédio, o nojo e, talvez, o ódio…

[Especial ao dia dos namorados:
Dizem que não sirvo pra gostar de ninguém.]

2 Responses to “Me chama, me chama…”

  1. Eu lembro de você >.<

    A todo momento, simplesmente não sei como demostrar… Já pensou nessa possibilidade?
    Apenas lembrar é facil, mas demostrar é muito mais complicado do que achamos.

    Há fique feliz você esta em meus pensamentos ^.^

    kissos da Hina :*

  2. Eu tbm lembro de vc taaaah!?
    bastante..
    axu q vc sabe disso neah?

    :)
    ;***


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